Para muitos no Ocidente, o Vodu invoca imagens de sacrifícios de animais, bonecas mágicas e feitiços cantados. Mas o Vodu, como é praticado no Haiti e por descendentes da diáspora negra nos Estados Unidos, na América do Sul e na África, é uma religião baseada em espíritos ancestrais e santos padroeiros.
Em Vampiro: A Máscara um clã de origem caribenha incorpora aspectos da religião invocando o Barão Samedi, um Loa (espíritos da religião vodu , também referidos como "os mistérios" e "os invisíveis" e são intermediários entre Bondye —Francês: Bon Dieu, que significa "bom Deus" — o Supremo Criador, que está distante do mundo e da humanidade.) muito temido ,concebido como um assassino que foi condenado à morte, sendo chamado a pronunciar-se em julgamentos rápidos.
Como professor uma das aulas mais marcantes que lecionei foi a respeito da revolução Haitiana. Devido a importância e o papel que o Vodu cumpriu no processo de independência da ilha esta aula especial foi dada comigo caracterizado, justamente, de Barão Samedi.
O projeto surgiu de maneira inusitada: Na busca pelas aulas lúdicas cada vez mais elaboradas, decidi ,ao entrar no terceiro bimestre , onde falaríamos sobre a América Central, falar sobre o Haiti e a revolução Haitiana ,vestido como o Barão Samedi, Foi quando obtive uma recusa da forma mais preconceituosa possível, nas palavras da coordenadora: “Não. Vai que os alunos caem todos endemoniados aí." E assim migrei a aula para o colégio estadual Abdias Nascimento, outro colégio onde também leciono e que tem um histórico no movimento negro brasileiro. A aula foi realizada a parte ,pois não se enquadrava dentro do currículo de nenhuma das turmas que trabalhava nesta escola. Praticamente paguei para dar esta aula: A maquiagem, a aula fora do meu turno, e ainda consegui outros convidados para trabalhar outros assuntos dentro da ideia de entender a importância da cultura afro no Brasil.
E assim nasceu o projeto Ancestralidade, como resposta ao preconceito.
Aqui, este artigo trás contribuições sobre o vodu , Barão Samedi e o clã Samedi existente em Vampiro a máscara. (logicamente, já que este blog é para tratarmos sobre RPG.)
A Importância do Vodu.
O Vodu tem sua importância na resistência do negro africano que foi levado ao Haiti como escravizado. Diante da violência racial a que esses africanos estavam sujeitos, a história da escravidão também é marcada por uma história de resistência a escravidão, e a resistência negra nesse período se deram sobre as bases das crenças antepassadas: “(…) Desde os navios negreiros, pelo suicídio, pela greve de fome, pela recusa de medicamentos, o vento da revolta começou a soprar: os negros deixavam os corpos aos brancos e iam reunir-se no mundo de suas avós.” (HURBON, 1987, P. 67). Em território haitiano os escravos fugiam das plantações para lugares inacessíveis onde:
(…) reconstituíram a solidariedade étnica, recriavam suas tradições antepassadas e redescobriram a unidade espiritual para melhor afrontar os senhores brancos. É aí, nessas comunidades de resistência, que se constrói a consciência e autonomia política e cultural dos escravizados. Nessa época é o Vodu que realiza a coesão dos escravos, impelindo-os à luta contra o domínio dos brancos.
Ao enxergar o potencial que a prática do Vodu trazia para a resistência dos negros a escravidão, a Igreja Católica começa a propagar que a prática do Vodu era algo vergonhoso e realizou campanhas anti-supersticiosas, chamadas por alguns de operação de limpeza. Os padres se referiam ao Vodu como macaquice indigna de um povo civilizado, além de satanizar e demonizar essa prática religiosa e tudo que era usado supersticiosamente. A igreja caracterizou-se por sua prática repressiva e perseguidora do Vodu no Haiti. Eles diziam que iriam tirar o país do domínio de Satã e colocá-lo dentro da civilização, “ou servia-se a Jesus, ou servia-se ao Diabo”.
Se o vodu era o que dava elementos para que os negros confrontassem o sistema escravocrata, combatê-lo através do catolicismo era uma das principais estratégias dos colonizadores. A partir da crença da inferioridade racial dos negros, os colonizadores apostavam na assimilação cultural dos valores ocidentais como forma de desconstruir a identidade do negro, mas ao contrário do que pensavam, os escravos utilizarão e interpretarão os ritos católicos à maneira de sua própria religião, “servindo-se do catolicismo como máscara, consolidarão suas próprias práticas e crenças” (HURBON, 1987, P. 69).
O processo histórico que levou a independência do Haiti em 1804 foi marcado pela resistência negra que tinha como um dos seus principais instrumentos a prática religiosa do Vodu. Em 1757 um escravo originário de Guiné chamando Makandal assume a liderança de um grupo de negros fugitivos e usa a crença no Vodu e o seu sentido profético para incentivar os negros a matar os brancos colonizadores através da prática de envenenamento. Makandal é capturado e queimado vivo pelos colonizadores, mas continua sendo venerado como profeta e os venenos utilizados a partir de então passaram a ter o seu nome. “O caráter político do Vodu tornou-se tão evidente que tudo se fez para impedir qualquer manifestação religiosa dos negros” (HURBON, 1987, P. 66).
Em 1791 uma cerimônia do Vodu no país uniu os negros com o objetivo de lutar pela independência do colonizador branco. Eles firmam um pacto de sangue onde todos se comprometem com a luta pela libertação do país, exterminação dos brancos e a criação de uma sociedade autônoma.
Ao contrário de muitas representações tradicionais sobre magia e rituais, a prática atua como forma de sistema de saúde, fornecendo cura religiosa.
Na sociedade haitiana contemporânea, o Vodu funciona de várias maneiras. Uma contribuição importante é o seu papel na cura. O antropólogo Nicholas Vonarx, que estudou o papel da prática como sistema de saúde, explica como os espaços religiosos podem se tornar "locais terapêuticos onde os doentes procuram ajuda no tratamento de doenças e outras desgraças".
O Vodu, então, é uma religião sincrética praticada em grande parte no Haiti e pelos cidadãos emigrantes deste mesmo país. Apesar de possuir componentes de outras religiões, como o catolicismo, a parte fundamental de seu rito corresponde às crenças tradicionais encontradas na área do atual Benim, na África, O próprio nome com que se conhece a religião deriva do deus Vodun, cultuado pelo povo iorubá na África Ocidental.
Popularmente porém, por ignorância ou ainda influência da cultura popular, o termo e a religião em si são geralmente vistas como sinônimo de magia negra ou bruxaria destinada a prejudicar grupos estranhos a seus ritos. Ao contrário, a prática deste culto não tem relação qualquer com práticas demoníacas ou prejudiciais, representando na verdade uma rica tradição de matriz africana, de visão completamente diferente daquela legada pelo colonizador europeu.
O que a história nos mostra é que não poderia, pelas grandes potências internacionais, deixar que uma história como a do Haiti desse certo. Isso contraria suas perspectivas sobre os povos colonizados e põe por baixo o status que carregam de países “desenvolvidos”. Por isso tudo foi feito para implantar no território haitiano a miséria, os conflitos, o racismo, a exploração econômica e etc. Após a independência o Estado Haitiano não era menos que nenhum outro Estado das Américas, mas sua perseguição política fez com que se tornasse o país mais pobre das Américas.
O Vodu é similar a outras religiões da diáspora africana, tais como Lukumi ou Regla de Ocha (conhecida também como Santería) em Cuba, Candomblé no Brasil, todas essas religiões que evoluíram entre descendentes de africanos transplantados nas Américas.
Quem são os Loas?
Loas ou Lwas são os espíritos do Vodu. Os Loas do Vodu haitiano são divididos em Famílias que são:
Família Rada
A Família Rada é composta de Loas antigos e ligados à criação. São daomeanos. A cor cerimonial é o Branco. Dentre eles encontramos:
- Papa Legba: loa da ligação entre os homens e os loás, é o primeiro a ser saudado nas cerimônias de Vodu. No Brasil é conhecido como Vodum Legba e tem praticamente as mesmas atribuições.
- Ayizan Velekete: loa ligada a iniciação vodu e considerada a mulher de Papa Loko. No Brasil encontramos Vodum Ayizan que está ligada a Terra e aos ancestrais e cujo nome significa “esteira da terra”.
- Papa Loko: é o loa da iniciação, assim como Ayizan, e habita a árvore sagrada do Vodu. No Brasil é conhecido como Vodum Loko.
- Dambalah: é o loa serpente ligado a criação, casado com Aido Wedo e Ezili Freda.
- Aido Wedo: serpente do arco-íris, casada com Dambalah.
- Met Agwe (Maitre Agwe): loa do mar, casado com La Siren e Ezili Freda e namorado de Aido Wedo. Dizem que quando o arco-íris toca o mar Agwe está nos braços da amada. Também é conhecido um Vodum com o nome de Agboe.
- La Siren (Erzuliê La Sirene): loa cujo nome significa “A Sereia”, é considerada a Maitresse Dlo (Senhora das Águas) é a esposa de Agwe e pode ser associada tanto à Naeté quanto a Yemanjá.
- Ezili Freda Dahomey (Erzuliê Freda): é a loa da beleza, da vaidade e do amor. Leva três alianças, uma para cada marido (Dambalah, Agwe e Ogoun). É muito elegante e pode ser comparada com Oxun.
- Azaka: loa da agricultura e da humildade. Na representação muito se parace com os pretos velhos da umbanda.
- Bossu: é touro de três chifres, muito agressivo.
- Silibo: loa muito parecido com Nanã Buruku.
Família Ogoun
Formada por loas nagôs ou yorubas. Todos levam o primeiro nome Ogoun:
- Ogoun Feraille: é o loa ferreiro e guerreiro.
- Ogoun Shango: é o loa justiceiro (Xangô)
- Ogoun Ossange: ligado as ervas e a medicina (Ossaim)
- Ogoun Djansan: loa semelhante a Iansã
- Ogoun Oshala: Oxalá.
Família Ghede
Formada pelos loas mortos (almas), incluindo o Baron e a Maman Brigitte. São extremamente rudes e obsenos. A cor cerimonial é o purpura e o preto. O Baron é o pai ancestral da Família tendo quatro qualidades principais:
- Baron Samedi: é o chefe de todos. Marido de Maman Brigitte. Habita a cruz cerimonial dos cemitérios.
- Baron Cemitiére: é representado como um coveiro.
- Baron La Croix: é o mais refinado e educado, ligado ao mistério da morte.
- Baron Kriminel: é o mais agressivo.
Maman Brigitte é a mãe dos loas ghede.
Família Petro
Depois do Rada e do Ghede resta uma parte da cerimônia dedicada para os loa do grupo Petro.
Estes loa são predominantemente do Congo e de origem ocidental.
Sua cor cerimonial é vermelha.
Eles são considerados ferozes, protetores, mágicos e agressivo para com os adversários. Alguns deles:
- Ezili Dantor (Erzuliê Dantor): é uma loa velha e dedicada aos filhos, é porém muito agressiva. Tem o rosto coberto de cicatrizes, marca da rivalidade com a prima e vizinha Ezili Freda, lembrando a luta entre Oxun e Obá.
- Marinete Bwa Chec: loa ligada tanto a prisão como a liberdade. Dizem que em vida ela foi uma Mambo (sacerdotiza) que matou um porco para Erzuliê Dantor no final da Guerra do Haiti, libertanto seu povo.
- Karrefour ou Kalfour: é o lado obscuro de Legba. Dizem que quando Karrefour entra na cerimonia, todo o mal entra com ele.
- Simbi: é um loa ligado a ancestralidade e a antiguidade. Muito misterioso é um loa que vem do Congo.
O Barão Samedi
O Barão Samedi um Loa, entidades que equivalem aos orixás na umbanda e candomblé, é um Loa que representa os mortos , tem o controle da vida e da morte. O Samedi é um dos vários aspectos do Barão. No caso, o líder da família dos mortos.
Alguns dos outros aspectos do Barão são :O Barão Cimetiére ,Barão La Ctoix e Barão Krimel. Cada um com o controle sobre algum aspecto da morte. Mas o Barão Samedi é o chefe da casa ,Ele é o cabeça do Guedé ,ou família de Loa, ou um aspecto deles, ou possivelmente o seu pai espiritual. Sua esposa é a loa Mama Brigite.
‘Samedi’ significa ‘sábado’ em francês, seguindo a lógica do sincretismo e que o Haiti foi colônia francesa, embora haja etimologia alternativa.
O Barão é aquele que é consultado em relação a morte, mas também é um loa sexual, sendo também um Loa do sexo, frequentemente representado por símbolos fálicos e famoso pela perturbação, obscenidade, deboche, e tendo uma predileção especial para o tabaco e o rum.
Como mestre da morte ,ele também controla a vida, e pode ressuscitar os mortos, sendo bastante invocado devido a esta capacidade ,por aqueles que estão perto da morte ou que sabem de alguma forma que a morte se aproxima. Ele também é invocado para a cura e cicatrização. Seu controle da vida se deve ao fato de que é apenas o Barão que aceita um indivíduo no reino dos mortos. Ele é considerado um juiz sábio, e com poderes mágicos gigantescos.
Geralmente é representado como um coveiro de rosto cadavérico e cartola.
O Clã Samedi em Vampiro: A máscara
(Informações retiradas de Vampiro:A máscara - 3º edição)
Se os Nosferatu são repulsivos e os Precursores do Ódio são hediondos, uma palavra ainda não foi inventada para descrever os Samedi. Assemelhando-se a nada mais do que a zumbis, cadáveres pútridos, esses vampiros ímpares tem seu nome e origem no Caribe e da religião de Vodoun (popularmente conhecido como vodu). Baron Samedi, na lenda, era um loa da morte e da adoração dos ancestrais. Os vampiros que levam seu nome e rosto (Samedi são frequentemente retratados como cadáveres, embora não sejam tão repugnantes como um) muitas vezes também partilham seu comportamento rude, brusco. Na verdade, o vampiro que responde pelo nome de "Baron Samedi" parece ser o fundador, ou pelo menos o mais antigo membro existente, da linhagem.
Os Samedi podem parecer ser uma ramificação dos Nosferatu, mas seus poderes de Tanatosi — uma Disciplina dedicada à manipulação de carne morta — fala de uma conexão com os Giovanni ou seus antecessores condenados, os capadócios. Se for esse o caso, porém, o Samedi e o Giovanni seguiram caminhos separados há muito tempo, pois um não tem nada de bom a dizer sobre o outro. A razão para essa inimizade não é algo que os membros de qualquer lado discutam em público, mas os Giovanni aparentemente tem uma história com Baron Samedi. O Barão, ainda ativo nos assuntos da linhagem, se recusa a discutir o "acordo" que ele teve com Augustus Giovanni, mas deve ter sido algo de gravidade para a antipatia mútua ter persistido.
Samedi assumem os papéis de executores e assassinos da sociedade Cainita. Eles não fazem isso por motivos ideológicos, como os membros dos Clãs, e assim encontram trabalho com vampiros que querem conseguir o que pagam. Os Samedi não tem contratos contra Nosferatu ou, estranhamente, vampiros Giovanni sem uma pesada taxa, talvez por medo ou respeito a estes clãs, mas como acontece com tantos outros fatos sobre a sua linha, os Samedi não têm nada a dizer sobre isso.
Seita: Samedi ocasionalmente se unem à Camarilla ou ao Sabá, mas a maior parte, deles se consideram independentes.
Aparência: Dizer que um Samedi se assemelha a um cadáver em decomposição não é, infelizmente, de maneira nenhuma, um eufemismo. Sua carne é macia e tende a vazar fluidos se pressionada com alguma força. Suas orelhas e narizes apodrecem (mas ainda funcionam normalmente), e pequenos pedaços de sua pele tendem a desfazer-se e crescer. A pele dos olhos e dentes se retrai, dando-lhes a aparência de caveiras sorridentes, mas muita carne se apega ao crânio deles para atingir o horror limpo dos Precursores do Ódio. Alguns Samedi são coriáceos e secos, como múmias desembrulhadas. Estes Cadáveres ainda fedem, mas seu fedor é mais uma reminiscência de flores podres e velha decadência do que putrescência fresca.
Refúgio: Os Samedi fazem refúgios em lugares onde um cadáver em decomposição e seu fedor não estão fora de lugar. Necrotérios, funerárias, cemitérios e porões de casas de embalagem de carne são opções do Samedi ocasional. Alguns membros da linhagem escolhem morar debaixo da terra, como os Nosferatu, mas isso leva a conflitos entre os Cadáveres e os Ratos de Esgoto.
Antecedentes: Os Samedi são uma linha relativamente jovem. Não existem Samedi com mais de 250 anos. A maioria dos mais velhos são oriundos das ilhas do Caribe ou do sul dos Estados Unidos. Samedi novatos nem sempre compartilham esta conexão com o Vodoun, mas frequentemente eram, perto da morte (de uma forma ou de outra) antes do Abraço.
Criação de Personagem: Enquanto Atributos Físicos são uma prioridade para os Samedi trabalharem como assassinos e executores, muitos Samedi se inclinam para as características mentais. Samedi raramente têm Antecedentes Rebanho ou Recursos e sua distante e solitária natureza significa que Mentor e Aliados são igualmente raros.
Fraqueza: Os Samedi, como mencionado, estão podres além das palavras. Personagens Samedi têm Aparência 0, e automaticamente falham em testes de Aparência.
Organização: Os Samedi raramente são organizados. Eles podem se cruzar caminhando ocasionalmente e falam de comércio, mas nenhum plano ou horário existe nessas reuniões, pelo menos o tanto quanto qualquer um fora da linhagem pode dizer.
Barão Samedi:
O Barão Samedi parece ser o fundador ou pelo menos o mais antigo membro ainda existente da linhagem Samedi.Biografia
A origem do Barão é um mistério. Alguns acham que ele foi levado pelos Setitas com sua irmã Brigette para o Haiti. Ao que tudo indica ,os Samedi acreditam que ele é um antediluviano que tomou a identidade de um espírito de morte haitiano.
Augusto Giovanni e o Barão se odeiam desde o encontro em Veneza, no século XIX. O Barão deveria entregar um Navio para Augusto, contendo algo de extremo valor, mas a embarcação foi invadida por Setitas .
De alguma forma, o Barão conseguiu deixar o item de suma importância que estava no navio com Augusto. E ali fizeram algum tipo de acordo.
O Barão, ainda ativo nos assuntos da linhagem, recusa-se a discutir o "acordo" que teve com Augusto Giovanni, mas deve ter sido algo de gravidade para a antipatia mútua persistir.
Depois que o clã Gangrel deixou a Camarilla, os príncipes de todas as regiões do Caribe têm recebido emissários em "missões de boa vontade" do Barão. Provavelmente os Samedi têm um papel maior na história vampírica e no futuro do que a maioria dos Cainitas. O que pode ser, o Barão provavelmente sabe, mas se recusa a especificar.
Fontes:
WhitewolfWiki
Referências Bibliográficas:
AMARAL, Leila. “Sincretismo em movimento”. In: Carozzi, Maria Júlia e outros: Nova Era. Editora Vozes, 1999.
BOURDIEU, Pierre. “Estrutura e gênese do campo religioso. In A economia das trocas simbólicas. Editora Perspectiva 1992
GOMES, Wilson. “Nem anjos nem demônios”. In: Alberto Antoniazzi e outros: Nem anjos nem demônios. Editora Vozes, 1996.
HURBON, Laennec. O Deus da Resistência Negra: O Vodu Haitiano. São Paulo: Paulinas, 1987.
MARIANO, RICARDO. “A demonização dos cultos afro-brasileiros. In: Vagner Gonçalves da Silva (org.): Intolerância religiosa. Edusp 2007
SADER, Emir. A grande Revolução no Haiti. In: http://www.consciencia.net/2004/mes/01/sader-haiti.html, 2004.
SAHLINS, Marshall. “O ‘pessimismo sentimental’ e a experiência etnográfica: porque a cultura não é um ‘objeto’ em via de extinção” (Parte I e II) . Mana, v. 3, n. 1, 1997.
THOMAS, OMAR Ribeiro. O Haiti já estava de joelhos; agora, está prostrado. Especial para a Folha em Porto Príncipe, 14/01/2010.
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