quarta-feira, 17 de agosto de 2022

Transylvania Chronicles ATO IV: Interrupção de Fogo / ATO V: Más recepções/ ATO VI:O profeta fala novamente/ATO VII: A proposta/Ato VIII:A traição

   Faz tempo, hein? Nossa campanha ficou parada por algum tempo, mas finalmente conseguimos retomar e terminamos o primeiro livro: Crônicas da Transylvânia - Marés escuras. Retomamos do ponto exato da ultima sessão.

    A noite está cheia dos gritos dos ciganos aterrorizados
e o barulho das montarias quando vinte soldados a cavalo
liderados por uma figura em vestes sacerdotais, eles invadiram
o acampamento.
    Os atacantes cospem gritos de "Hereges! Pagãos! Bruxas! Adoradores de Satanás! Preparem suas almas para o
Chamas do Inferno!" enquanto balançavam suas espadas em
todos que estiverem ao seu alcance. Alguns soldados jogam
suas tochas para os carros, tentando incendiá-los. Outros
eles os seguram para ter luz suficiente para lutar.
Delizbieta se volta para o Gangrel Darius, com expressão de pânico abjeto:
Delizbieta


"Ajude-nos e você terá o que quer. Eu juro!" 
   Um pequeno bastião nos arredores de Kronstadt é a sede do padre Giacomo Renzo, um autonomeado missionário da Inquisição que veio à Europa Oriental para espalhar as chamas purificadoras e a salvação entre os hereges e pagãos da região. Juntamente com um exército leal de cavaleiros dedicado a erradicar o mal, Padre Giacomo mantém vigilância vigilante sobre elementos suspeitos da população...Particularmente os sem-teto como os ciganos.
    A chegada da família Torenu na região atraiu muitos cidadãos de Kronstadt ao seu acampamento, alguns dos quais se reportaram ao padre Giacomo.
   O grupo consegue matar o Padre Giacomo, graças a lança certeira do brujah Andras, mas é obrigado a fugir por conta do grande contingente de soldados e das chamas que queimam o acampamento.
   O grupo foge com Delizbieta, mas a Ravnos está desesperada para retornar e ajudar seu povo, e se nega a entregar o peitoral devido ao grupo não ter conseguido salvar o acampamento. A toreador Eliza ainda pensa em utilizar seus dons vampíricos para parar Delizbieta, mas é impedida por Darius e Lucius...Porém, Demetrio, o Lasombra, tem planos diferentes e tenta emboscar, sem que os outros saibam, Delizbieta, porém ao verem os terriveis braços de sombras, e por desconhecerem tal poder, o grupo se assusta.
   Para salvar Delizbieta, seu senhor surge,Anasztasz, com ajuda de Andras, destrói os braços de sombra, Delizbieta e Anasztasz acreditam que aquilo tudo ainda era uma emboscada por parte do grupo e o Ravnos mais velho utiliza seus poderes de quimerismo para "queimar" Lucius e fugirem.
   Quando retornam até Nova Arpad, sem o peitoral e sem seus ladinos, Nova não precisa mais fingir cortesia e libera sua raiva, embora não sucumba ao frenesi,vocifera insultos ultrajantes aos cainitas: "Miseraveis tolos! Que tipo de filhotes inertes seus senhores criaram? VocÊs não são dignos do presente da imortalidade! Saiam de minha presença imediatamente e gradeçam por saírem daqui com suas não vidas!"
  Darius, particurlamente, passa a nutrir um enorme ódio de Noova Arpad, e chega a entender melhor Mitru , o caçador e o movimento anarquista que surgiu entre as fileiras de cainitas mais jovens. Depois de ter seu senhor transformado em uma gárgula pelos Tremere, Darius cada vez mais sente o alívio de não estar sob a coleira de seu senhor.
   O grupo vai embora lamber suas feridas físicas e emocionais e decide gastar sua energia em entender os enigmas e pressagios declarados por Anatole tempos atrás, suas possíveis ligações com o que Octávio disse e se tudo que tem acontecido, a destruição do antedeluviano Lasombra, são os sinais do fim. Mas logo veem que o tempo para isso é curto...Seus senhores os convocam novamente...A falha deles é a falha de seus senhores.As dívidas de seus senhores com Arpád permanecem e eles só podem culpar suas ineptas crias.As relações entre senhor e cria entre os cainitas do grupo, com exceção de Darius, fica cada vez mais tensa...Mais uma vez seus senhores obrigam suas crias a beberem de seu sangue, aumentando ainda mais o vínculo que possuem, o status dos personagenstambém decaem , tendo em vista a influencia de Arpád e as punições dadas pelos senhores.
    Algumas semanas depois todos percebem que suas riquezas estão em queda, dominios foram perdidos e muitos cainitas os tratam como fracassados, muitos dos contatos cainitas que fizeram não mais interagem com os cainitas,ninguém quer sair das graças de Nova Arpad. As tribulações que Delizbieta e Anatole previram não param. Os únicos que podem auxiliar enquanto apoio moral são eles mesmos...E em uma reunião sobre o que fazer, o grupo recebe a visita de Octavius.
   Desta vez Octávio vem dar um aviso. Ele saúda cordialmente a todos, estende os braços estilo romano, como se os personagens fossem seus soldados de uma legião romana: "Salve militantes!Ouçam agora estas palavras!Pois nelas repousa o equilibrio de tempos vindouros.Tenho visto grande pertubação entre os filhos de Adão. Sob seus pés abriu-se um enorme abismo e a vocês, guadiões do equilibrio, portadores dos ultimos sinais,foi dada a missão de, além de testemunhar, serem ativos no que aí vem! Os nossos serão divididos e irmão lutará contra irmão, assim como Caim matou Abel.Os inferiores serão feito maiores e os antigos caírão em um turbilhão de sangue.Um caiu em um poço e o outro aguarda o beijo de seus filhos ingratos, como Judas. Levamtem-se e vão! Estas são minhas palavras." Octávio, é claro, refere-se ao fim de Lasombra e aos anarquistas, que em burburinho pretendem encontrar seus antigos e colocar um fim nos progenitores. Conforme a conversa com Octávio flui, ele remete a busca dos Tzimisce por destruir seu mais antigo: "O lorde demonio está a beira da destruição,e se ele encontra, ou não, sua destruição, depende de vocês. Vocês tem o conhecimento em suas posses,e alguém vem implorar o que vocês tem.Tenha cuidado com o que responderem..." Depois disso, tão abruptamente como chegou, Octávio se vai.
   Poucos dias depois o grupo recebe novas visitas: Dragomir Bassarab, cujo castelo o grupo fincou a runa de Zelios para impedir o renascimento de Kupala neste mundo, e que diablerizou seu senhor, e Demetrius, o Tzimisce que os auxiliou quando os desatres de Kupala engoliam tudo sob a terra e o grupo tinha que entregar Goratrix aos Tremere.
   A conversa é dirigida por Dragomir, uma conversa desconexa para sondar a opinião do grupo sobre os revoltosos anarquistas. A conversa vai em rumo aos sentimentos que os personagens possuem quanto a seus senhores...E aos anciões em geral e sua hierarquia de acordo com a geração. Eles falam sobre a intenção de muitos do clã Tzimisce em encontrar e destruir o antedeluviano que fundou seu clã... Inclinados a participarem do movimento anarquista, Dragomir percebe que pode arrasta-los para a causa: O jugo humilhante e a tirania imposta por nossos senhores vai chegar ao fim. Sei de suas dificuldades atuais e quero apresentar uma oportunidade de aumentar seu poder e recuperar o que foi perdido por conta dos caprichos de Nova Arpad. Ouvi dizer que em seu poder encontra-se um livro...O livro da Terra, encontrado na antiga fortaleza da minha familia, que reconstruíram a pedido de Radu.Neste livro existe a informação que nos dará a direção para prosseguirmos contra nossos senhores. Lançaremos um golpe decisivo contra aqueles que nos usam como poças de xadrez.
  Convencidos, o grupo entrega o livro, e nele é apresentado o lugar de descanso do antedeluviano Tzimisce. Era disso que Octávio falava...Anatole e Delizbieta previram que vocês encontrariam o Antedeluviano Tzimisce. De posse da informação, Dragomir e Demetrius dizem que virão busca-los quando os preparativos para a missão estiverem prontos.
  A viagem para a igreja onde descansa o antedeluviano Tzimisce dura várias noites, a jornada através dos carpatos é árdua , mas Dragomir faz de tudo para manter a moral do grupo alta, provando sua vontade em se juntar aos anarquiistas.
  O livro da Terra menciona o mosteiro de Sernog "E a besta que espera enterrada sob suas ruínas", bem acima da cidade de mesmo nome, entre dois picos dos Cárpatos orientais. Os mapas mostram a aldeia, mas não o mosteiro, mas por fim chegam até a fortaleza abandonada, que se assoma ameaçadoramente com suas enegrecidas paredes formando um esqueleto escuro contra o céu. A casca vazia de um edifício aberta as estrelas. Junto da fortaleza existe uma antiga catedral, em melhores condições, mas não menos sinistra. O grupo , com exceção de Demetrius, que já havia estado no local, reune toda sua coragem para adentrar naquele que deveria ser um solo sagrado, mas que há muito tempo foi profanado.
   O interior da catedral reflete uma atmosfera de mau presságio. A arquitetura parece ser produto da imaginação febril de umj louco, em nada tem a ver com os edifícios que visitaram criados por Zelios. Relevos grotescos de seres que poderiam ser anjos, mas mais parecem demonônios que contemplam aqueles que entram no antigo santuário. Darius sente ,com seus sentidos aguçados, o ar com cheiro mofado, como se algo em uma morte eterna tivesse introduzido nas pedras que agora filtram sua essencia em um miasma de decomposição perpétua. Gemidos sinistros passam a encher a cavernosa camara central, ecoando nas abóbodas e reverberando numa cacofonia de sons agudos terríveis. Gritos que soam como os proferidos por vítimas de uma primorosa e prolongada tortura.
  Demetrius aponta o alçapão que estaria escondido sob o altar da igreja, ele abre puxando um anel de ferro, para mostrar uma escada escura e estreita: "É por aqui."
  Ao descerem as escadas, Demetrius é atacado por um enorme e mosntruoso carniçal , que quebra uma parede no novo salão, revelando uma terrível batalha contra os Szlachtas protetores do local. Logo , todos são atacados. O Lasombra Demétrio (Não confundam com o NPC Demetrius, que é um Tzimisce.) ergue seus braços de sombra enquanto muda seu corpo para uma forma gosmenta e sombria...Andras e Darius são os principais combatentes nesta batalha, quando Szlachtas os atacam com toda fúria.


   Ao fim do combate o grupo se junta aos revoltosos anarquistas e presenciam o exato momento em que Lugoj, líder dos anarquistas Tzimisce, inclina-se sobre o sarcófago aberto do antedeluviano e começa a beber seu sangue. Alguns pensam em impedir o que está acontecendo, mas são interrompidos com sussurros: "Mais tarde teremos a oportunidade de beber de Lugoj."
Lambach 
  Darius se aproxima do sacófago e tudo que vê são os restos em decomposição do maior dos demônios...Ele pega um punhado das cinzas e depois olha para um dos Tzimisce que ali estão, um em especifico, que olha para o teto amedrontado. Ele tenta observar o que faz aquele cainita ter tanto medo...Mas não vê nada. Todos, em silêncio, sem comemorar a vitória, deixam a catedral, enquanto aquele Tzimisce cai de joelhos. Darius vai até ele e pergunta se está tudo bem...Mas não obtem resposta. Demetrius surge e ergue o Tzimisce: "Venha Lambach. Acabou."Darius auxilia Demetrius, tentando, ainda, observar o que Lambach tanto via.Saindo da catedral, o ultimo grupo, formado por Demetrius, os personagens e Lambach, escutam uma risadinha e um sussurro: "Crianças idiotas...Eu vi suas ações, e vocÊs receberão suas justas recompensas no devido tempo."

   Nos anos seguintes as faíscas da rebelião tornaram-se fogo, e a sociedade cainita estava prestes a mudar como nunca antes...

oi, missa est. (Vá embora, a missa acabou.)
-Liturgia

Transylvania Chronicles ATO IV: Interrupção de Fogo / ATO V: Más recepções/ ATO VI:O profeta fala novamente/ATO VII: A proposta/Ato VIII:A traição

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